One of the boys

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Fim do dia, trânsito caótico, dois ônibus e muito cansaço.

Toco o interfone, uma pessoa aparece na janela enquanto uma voz conhecida surge na caixinha preta ao lado da porta.

Para variar, casa cheia, rostos novos…
Pausa para apresentações.

Tiro o sapato, largo a mochila, e vou na caça dos moradores da casa.

Primeiro, o violão, com seu dedilhado vai me guiando até quarto. Então, o rap de improviso com um beatbox acompanhando me levam até a cozinha.
Ali no cantinho, uma caneta rabisca o papel lindamente.

Pausa para nosso reencontro; sorrisos sinceros e abraços apertados.

Volta-se as manifestações artísticas, participo com minha dança mais ridícula.

Vamos então para o espaço mais íntimo da casa, nosso refúgio onde o amor permeia o ar, o teto e as paredes.

E de repente o mundo lá fora não faz mais sentido, e os problemas deixam de ser tão pesados.
Todo estresse é trocado por risadas.
O cheiro do incenso avisa ao corpo que é hora de relaxar.

E deitada no colchão pueril, ao som de músicas, conversas e piadas, fecho os olhos e sorrio: estou em casa.

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