O sol nasceu no trem

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Diário de bordo (férreo)

Acordou quando as mentes exaustas de cerveja e festa foram dormir. Fez o mínimo de ruído para não acordar os companheiros, ela mesma tinha ido dormir há pouco tempo atrás.

O banho frio a despertou para a manhã gelada, já que o sol estava preguiçoso e não queria sair. Quem a chamou pra rua foi a lua.

Carregando sua mala com três mudas de roupa, foi caminhando para a estação. Cada passo gasto acompanhado por suas músicas favoritas.

Eis que desaba na cadeira relativamente confortável. Aconchega-se em seu cachecol e procura espantar um frio que não existia, estava apenas na boca do seu estômago.

Aperta a pedra de quartzo que tem em volta do pescoço para dar sorte.

Uma senhora pede sua passagem e pergunta seu destino. Mas não era obvio? Encontrar um pedaço de si na Espanha.

Fechou os olhos, para o sono chegar. Quando os abriu de novo já havia luz. E um mundo completamente novo – e lindo – para conhecer.

Samyres Freitas

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